| Políticas de juventude |
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| Por Administrator | |||
| Qua, 11 de Julho de 2007 14:05 | |||
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Apoio a políticas públicas de juventude A Ação Educativa se propõe a contribuir para a construção de sistemas integrados de políticas públicas que respondam às necessidades dos jovens, considerando sua singularidade etária, sua diversidade (gênero, raça, classe, pertencimento territorial / regional) e seu direito a participar das definições dessas políticas. Com esse objetivo, a ONG presta assessoria a governos (nos âmbitos dos poderes executivo e legislativo), produz e difunde conhecimentos, realiza e sistematiza experiências que contribuam para o desenho de políticas, avalia projetos e programas, promove e organiza eventos e participa de processos de elaboração de propostas. Em parceria com outras organizações que atuam junto aos jovens, a Ação Educativa promoveu, em 2002, o Seminário Políticas Públicas: Juventude em Pauta, que propiciou um dos primeiros momentos de encontro e de articulação entre gestores públicos, organizações juvenis, pesquisadores e demais atores envolvidos com a temática em todas as regiões do Brasil. Hoje, pode-se dizer que o trabalho da Ação Educativa é um dos primeiros no Brasil, pois contribuiu para colocar a questão da juventude na ordem do dia, nos veículos de comunicação, nos debates sobre educação, cultura, trabalho e participação. “Fomos bem sucedidos, pois contribuímos, ao lado de outras organizações, para que as questões da juventude ganhassem legitimidade social”, explica Magi, coordenadora do programa. “A criação da Secretaria Nacional de Juventude e do Conselho Nacional de Juventude, bem como a apresentação, na Câmara Federal, dos projetos de lei (conferir os números) criando um Plano Nacional de Juventude e um Estatuto da Juventude, consolidam a presença da juventude na pauta das políticas públicas. Agora, o grande desafio será garantir que as políticas realmente respondam às necessidades dos jovens, considerando sua diversidade – de gênero, etnia, classe, pertencimento territorial – e seu direito a participar das definições dessa política”.
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