Assembléia geral da Ação Educativa debate espaço de cultura e mobilização social PDF Imprimir E-mail
Seg, 02 de Julho de 2007 21:00
Sócios, diretores e funcionários da Ação Educativa discutem importância da cultura para a missão institucional da organização

Reunidos na Assembléia anual ordinária da Ação Educativa, sócios, diretores e funcionários da organização debateram a relação entre educação, cultura e mobilização a partir de uma exposição do Espaço de Cultura e Mobilização Social da Ação Educativa. Nela, Antônio Eleilson Leite, coordenador do Espaço, resgatou sua trajetória desde o ano 2000 como Centro de Juventude e Educação Continuada.

Durante a apresentação, Eleilson destacou marcos na história do Espaço, como a realização da primeira Semana de Cultura Hip Hop (que terá sua sexta edição este ano), a participação no Circuito Vila Buarque de Educação e Cultura, o projeto Vídeo, Cultura e Trabalho, iniciativas que contribuíram para a constituição do que o centro é hoje: um espaço que congrega núcleos culturais e apóia grupos militantes de movimentos artísticos, como ênfase na cultura de periferia. “Atuando com grupos da cultura de periferia, fortalecemos estes grupos, suas comunidades e contribuímos para a organização da sociedade civil nas comunidades periféricas”, afirma o coordenador.

Os núcleos do Espaço de Cultura e Mobilização Social são: roda de samba, grafite, literatura periférica, hip hop e mídias juvenis. Segundo Adriano José, coordenador das ações juntos aos núcleos culturais, esta integração teve início com o grupo de Hip Hop. “É o movimento artístico que circula na Ação Educativa desde o ano 2000 e que nos levou a pensar num espaço onde pudéssemos ousar”, afirma. “A consolidação do espaço como este ambiente de encontro e integração aconteceu mais rápido do que prevíamos”.

Eleilson lembrou ainda da ação mais recente do espaço, a Agenda da Periferia, atualmente em sua terceira edição, que rendeu mais visibilidade às atividades culturais da periferia e vem gerando ainda mais resultados positivos e demandas para esta iniciativa. “A primeira edição tinha 50 dicas de eventos e encontros. A segunda já teve 80 dicas e a demanda só cresce”, diz.

Eleição
Após o debate sobre o espaço e a relação da educação com a cultura, a assembléia prosseguiu com a eleição da diretoria. A pesquisadora Maria Malta Campos foi reeleita presidente da Ação Educativa e Pedro Pontual, presidente do Conselho de Educação de Adultos da América Latina – CEAAL, vice-presidente.

Maria Clara Di Piero e Cristiano Di Giorgi também passam a integrar a diretoria da organização no lugar de Marília Pontes Sposito e Vicente Rodriguez. Maria Clara, que integrava o Conselho Fiscal, como diretora financeira e Di Giorgi como diretor técnico.

A composição completa da diretoria da Ação Educativa pode ser vista em Situação Jurídica.


 

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