Ação Educativa realiza Conferência Livre da Juventude PDF Imprimir E-mail
Por Administrator   
Qui, 15 de Setembro de 2011 13:47

Objetivo é interferir na pauta das políticas públicas de juventude. No sábado, dia 17, foi realizada a Conferência Municipal da Juventude da Cidade de São Paulo.

Com o objetivo de interferir na pauta nacional de políticas públicas de juventude, que vem sendo debatida no processo da Conferência Nacional de Juventude, cuja etapa final será realizada em dezembro, a Ação Educativa realizou no dia 5 de setembro sua Conferência Livre de Juventude. Ao todo 27 pessoas participaram do debate, que culminou na elaboração de propostas a serem enviadas à comissão nacional de sistematização.

Durante a Conferência Livre participaram assessores e coordenadores das áreas de Cultura, Educação e Juventude da Ação Educativa. E isso foi muito importante porque “nós afinamos uma posição institucional da organização com relação a que políticas de juventude queremos”, afirmou Maria Virgínia de Freitas – Magi, coordenadora de Juventude da Ação Educativa.

O debate se realizou em torno da leitura e discussão do texto base nacional. A partir dele, foi realizada também uma contextualização das políticas de juventude existentes no Brasil nos últimos anos, sua continuidade e o papel dos conselhos nos diferentes níveis da federação. A partir daí “dividimos a discussão em três eixos previstos no texto base: Direito ao desenvolvimento integral; Direito à diversidade e vida segura; e Direito à participação”, conta Magi. Um relatório com as propostas (em breve disponíveis aqui) será encaminhado à comissão nacional da Conferência de Juventude.

Conferências

As conferências municipais já começam a acontecer em algumas cidades do país. Com elas, além de debater as pautas referentes à juventude, serão escolhidos também os delegados para participarem das conferências estaduais e nessa, os delegados para participar da conferência em âmbito nacional.

No sábado, dia 17, foi realizada a Conferência Municipal da Juventude da Cidade de São Paulo. Para nós “o mais importante é que a conferência se constitua como um processo de rearticulação dos grupos e organizações que atuam no campo das políticas de juventude”, afirma Magi. “Sem uma sociedade civil atuante no controle social das políticas, as resoluções das Conferências tendem a se perder”.

Segundo ela, ao longo dos últimos dois anos, apesar de ter havido algumas movimentações fortes com relação às demandas da juventude, como por exemplo, em relação ao VAI [Valorização de Iniciativas Culturais] e a reinvindicação do passe-livre, “não houve um processo de articulação em torno de uma pauta comum e, as coisas estão muito soltas”. Ela acrescenta que parte dessa desarticulação se refletiu num Conselho Municipal de Juventude  inexpressivo. “A maior parte das reuniões não aconteceu por falta de quórum”, conta.

Última atualização em Seg, 21 de Novembro de 2011 23:32
 

Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar