| Leia mais sobre o processo da Conferência Nacional de Juventude |
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| Sex, 25 de Abril de 2008 13:30 |
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As etapas preparatórias para a 1ª Conferência Nacional de Juventude tiveram como inovação considerada positiva a metodologia das conferências livres, que contribuiu para ampliar a mobilização dos jovens. A Comissão Organizadora Nacional recebeu os relatórios de mais de 250 delas. “Ainda que elas não elejam delegados, suas propostas integrarão o documento base da Etapa Nacional, com a mesma força das propostas elaboradas nas etapas municipais e estaduais”, destaca Magi. “Chama a atenção que, segundo os relatos recolhidos pela organização, mais de 250 mil pessoas estiveram envolvidas nas diversas modalidades de conferência, o que resultou num conjunto de cerca de 4500 propostas relativas às políticas públicas de juventude no Brasil”, completa. As etapas estaduais tiveram processos desiguais, uma vez que os diferentes governos valorizaram de forma diversa o processo. “Onde os governos estaduais realmente valorizaram a realização da conferência e contaram com uma forte participação da sociedade civil, as conferências foram bem organizadas, com boa infra-estrutura, metodologia participativa e transparência nos processos de credenciamento e de inscrição e eleição para delegados tenderam a produzir bons debates. E o inverso também é verdadeiro”, revela Magi. Ela destaca que no conjunto dos estados o processo significou uma ampliação e democratização das discussões sobre a temática. “Mas como essas conferências também envolviam a eleição de delegados à etapa nacional, muitas vezes a disputa aí envolvida foi maior que o debate de propostas. Em algumas das conferências observaram-se fortes tensões entre segmentos juvenis, chegando mesmo a inviabilizar a conclusão satisfatória do processo”, completa. |